terça-feira, 15 de agosto de 2017



Pobres Diabos - Ato 1

O esquizofrênico





A cidade pulsa logo ao amanhecer
transito/correnteza, correria
corrida contra o tempo
que age com indiferença a pressa alheia.


No percurso do trabalho Zé esgotado de tanta pressão social, resolve desacelerar o tempo e passa a perceber o seu redor, se dá conta de que olhando para o lado percebemos as correntes e amarras que mantem e controla a ordem e o caos na sociedade.
No solo "O esquizofrênico" Gleilton silva trás para a cena as questões do trabalho e da condição do indivíduo em meio as pressões sociais,  questionamentos e auto reflexão tornam-se fuga das correntes que aprisionam o trabalhador, o que para uns é um ato de revolução,para outros esquizofrenia. O ato faz parte da pesquisa em processo de experimentação e montagem dos "Pobres Diabos" do TERUÁ (2017), sobre o trabalho e as relações individuais e sociais em torno do tema.





Entre o querer e a liberdade de escolha de cada indivíduo transita relações de poder em forma de dever, punição e alienação que controla o fluxo da sociedade, agarrada a ideia de progresso econômico. O homem se (con)funde à lógica rotineira da máquina. O pragmatismo faz Zé entrar em colapso, as amarras e correntes que alimentam a lógica de que se tempo é dinheiro não edifica o homem. 




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentario!

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Contatos

Fones: (85)8620-1177 - Gleilton Silva

Email: grupoterua@gmail.com

gleiltonimproarte@hotmail.com